sexta-feira, abril 15, 2011

doca


Da minha janela


segunda-feira, abril 11, 2011

Fim de ciclo


domingo, abril 10, 2011

Oliveira


sábado, abril 02, 2011

Sexta - Feira


Nocturnos


sexta-feira, abril 01, 2011

Cogitações


quarta-feira, março 23, 2011

Ilhas a Sul


segunda-feira, março 21, 2011

Rua a Sul


Baixa Mar


Fantasias...


segunda-feira, março 14, 2011

Morro e escrevo

Jaz em mim
A tristeza dos outros
A melancolia do mundo
A alegria de tão poucos.
Corro e canso
Na tentativa de numa corrida
Mudar o mundo e soltar a vida
Sofro e penso
Quando a mente dá a mão
À vontade que repugna tal interrogação
Paro e sinto e cansado
Pedinte o sinto
Cada vez menos
Nesse coração,
Nesse sangue
Da minha vida

[©Nuno Pinto Bastos]

domingo, março 13, 2011

Nocas


O lugar dos meus domingos


Pomba


segunda-feira, março 07, 2011

2011


segunda-feira, fevereiro 28, 2011

Pedras


Arvores desfolhadas


domingo, fevereiro 27, 2011

Mar


Linha


quinta-feira, fevereiro 24, 2011

Porto de pesca


terça-feira, fevereiro 15, 2011

Reflexo marginal

Calcorreio a calçada
Vagueando só
No mundo crescem as loucuras
E as desventuras
Da alma
Dos outros
Onde a memória da rua
Solta a embriaguez
Agora madura
Sempre distante
Algures à procura
Do que foi e não é
Onde os passos são eternos,
Dados e amargurados
Nesta calçada
Que não te vê!

[© Nuno Pinto Bastos]

Quero Sim

terça-feira, fevereiro 08, 2011

Trespassa a hegemonia da sombra

Trespassa a hegemonia da sombra
e descobrirás o ocluso
coração da luz.
O negro é apenas a cor
onde todas as cores repousam.

Não interrogues o dia
sobre a miríade de tons em que ele se imprime.
Procura a penumbra
e ela responder-te-á
com todo o contraste que lhe está negado.

[Jorge Melícias]

Deve ser o último tempo

Deve ser o último tempo
A chuva definitiva sobre o último animal nos pastos
O cadáver onde a aranha decide o círculo.
Deve ser o último degrau na escada de Jacob
E último sonho nele
Deve ser-lhe a última dor no quadril.
Deve ser o mendigo à minha porta
E a casa posta à venda.
Devo ser o chão que me recebe
E a árvore que me planta.
Em silêncio e devagar no escuro
Deve ser a véspera.Devo ser o sal
Voltado para trás.
Ou a pergunta na hora de partir.

[Daniel Faria]