Janelas a fecharem
Tapando os olhos da noite,
Sempre pretos.
Ainda não é hora de dormir
Já do labor não são horas
Um entre cá e lá
Que me entristece.
Oiço um sino, outro mais,
As boas noites do campanário,
No seu adeus diário.
E quedei-me pedindo um milagre:
Um milagre que me fizesse aceitar a noite
Um milagre que me fizesse suportar o dia.
[Manuela Campos Monteiro]
[Mariana do Moinho] (Gentileza da Kuki)
quarta-feira, janeiro 09, 2008
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