terça-feira, maio 06, 2008

De Repente

Olho-te espantado:
Tu és uma Estrela do mar.
Um mistério estranho.
Não sei...

No entanto,
O livro que eu lesse,
O livro na mão.
Era sempre o teu seio!

Tu estavas no morno da grama,
Na polpa saborosa do pão...

Mas agora enchem-se de sombra os cântaros.

E só o meu cavalo pasta na solidão.

[Mário Quintana]

segunda-feira, maio 05, 2008

Simples e bonita


Silvestres...


sábado, maio 03, 2008

Atzmänig


Rapperswil


Antúrio


Protea


quinta-feira, maio 01, 2008

Like a broken LEGO...



Não tenho mais 20 anos. Mas também não me lembro de como os perdi. Não sinto necessidade de saber nem a hora nem a estação do ano, porque aquele comboio partiu há muito e nunca mais esperei por ele. Recordo-me sobretudo do amor feito de momentos apaixonados e cálidos, de esperanças satisfeitas e outros com sonhos de futuro como nos contos de fadas.

Olho-me ao espelho friamente e o meu tempo real não me pergunta se continuo a ser anárquica ou conformista. Já não existe aquele amor para sempre, apenas carícias cúmplices do desejo, ternura ou paixão controladas, como virtudes necessárias.

Não me restam lágrimas de arrependimento como quando naqueles 20 anos chorava o desamor com fúria desatada. Agora que (sem querer) me vence uma certa esperança de que os meus dias podem de novo ter vivências como aquelas, que eram um privilégio capaz de me cegar, obrigo as manhãs e as noites dos meus dias a não encontrarem resposta nos good old times dos meus felizes vinte anos e sinto um leve desencanto. Será que o meu brinquedo favorito se partiu para sempre na minha alma, como uma construção de Lego que se desmoronou mas que a minha consciência vai ser capaz de me ajudar a reerguer? Neste momento não me interessa saber qual irá ser o desfecho.

Tenho dúvidas se devo crescer para mudar esta pele onde ficaram tatuadas as minhas recordações juvenis para que nasça uma nova, sem cicatrizes, embora nunca me tenha arrependido de nenhuma das minhas vivências.

Disto tenho eu a certeza, nada me pode provocar ansiedade nem arrastar pelas trilhas da incerteza porque, apesar de tudo, conservo o cheiro do AMOR sobre o meu peito, o coração impregnado de música... e as mãos cheias DELE.

quarta-feira, abril 30, 2008

Funchal


terça-feira, abril 29, 2008

Rapperswil


Mar Português


segunda-feira, abril 28, 2008

domingo, abril 27, 2008

Géninha Melo e Castro

sábado, abril 26, 2008

O fogo da decadência


Bancos de jardim na solidão da noite


Roda gigante...


sexta-feira, abril 25, 2008

Belém


O princípio do fim…


Jerónimos


quarta-feira, abril 23, 2008

Primavera


terça-feira, abril 22, 2008

Olhão


segunda-feira, abril 21, 2008

Gelo...


Glaciar Helvético


domingo, abril 20, 2008

Glaciar